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MISÉRIA EM ALTA

Para Flávio Dino a dependência dos maranhenses em programas sociais eleva o crescimento da miséria no Maranhão

Com um déficit primário de mais de R$ 700 milhões em 2018, o estado lidera o ranking de miséria do IBGE com praticamente 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145 por mês.

15/02/2020 15h30
Por: Willamy Figueira
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Bolsa Família é um dos programas sociais que Flávio Dino afirma que eleva o creacimento da pobreza no estado (Foto: Divulgação)
Bolsa Família é um dos programas sociais que Flávio Dino afirma que eleva o creacimento da pobreza no estado (Foto: Divulgação)

Com a extrema pobreza no Estado, esse é um dos maiores desafios da gestão do comunista, que ainda não conseguiu tirar o Maranhão do topo de miséria do país.

Foi com a promessa de redução da histórica pobreza no Maranhão que Dino tirou a família Sarney do poder do Estado em 2014 e se reelegeu em 2018. Mas durante a recessão de 2015 e 2016, a economia do Maranhão sofreu mais do que a do Brasil - o PIB do Estado encolheu 9,5% no período, enquanto que o do país teve redução de 6,7%.

O percentual de maranhenses na extrema pobreza subiu 17,75% entre 2016 e 2018, segundo estudo do IBGE. No Brasil, no mesmo período, a alta foi menor: de 13,45%. O Estado lidera o ranking de miséria do IBGE com praticamente 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145 por mês. No Brasil, a fatia da população com esse perfil é de 6,5%.

Um levantamento da Tendências Consultoria mostra história semelhante. O Maranhão está no topo da extrema pobreza, em estudo referente ao ano de 2017, com 12,2% da sua população sobrevivendo com menos de R$ 85 por mês. Essa fatia da população no Brasil atingiu 4,8% no mesmo ano.

Diante da crise, a opção do governador foi por uma política contracíclica de manutenção dos altos investimentos e gastos. O custo disso foi um desequilíbrio fiscal que fez o Estado sair de uma condição de superávit primário em 2015 e 2016 para um déficit primário nos dois anos seguintes.

Segundo mais recente boletim de finanças da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o Maranhão encerrou 2018 com déficit primário de mais de R$ 700 milhões. Os dados referente ao anos de 2019, o governo do Maranhão ainda não disponibilizou, mas segundo especialistas, o déficit aumentou cerca de 18,4%.

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